Concurso MP AL: cargos, salários e vagas ofertadas

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O novo concurso do Ministério Público de Alagoas acaba de lançar edital ofertando 27 vagas para os cargos de técnico e analista ministeriais. Com remunerações que ultrapassam os R$ 6 mil, a seleção atrai grande interesse dos concurseiros.

Organizado pela Fundação Carlos Chagas, o certame traz expectativas elevadas. Analisar a estrutura da prova do último concurso é um passo estratégico fundamental para quem deseja garantir uma das vagas.

Último concurso MP AL: edital, cargos e organizadora

Realizado em 2018, o último concurso do Ministério Público de Alagoas ofertou 15 vagas imediatas distribuídas entre nível médio e superior. Na época, a banca organizadora foi a Fundação Getúlio Vargas (FGV), diferente da edição atual.

Cargos de nível superior

Para os cargos de Analista do Ministério Público (nível superior), foram abertas vagas em diversas especialidades técnicas e jurídicas. A distribuição foi:

  • Área Jurídica – 04 + Cadastro Reserva
  • Assistente Social – 01 + CR
  • Psicólogo – 01 + CR
  • Auditor do MP – 01 + CR
  • Engenheiro Civil – 01 + CR
  • Administração/Gestão Pública – 01 + CR
  • Comunicação Social – 01 + CR
  • Desenvolvimento de Sistemas – 01 + CR
  • Administrador de Rede – 01 + CR
  • Contador e Biblioteconomista – apenas Cadastro Reserva
  • Administrador de Banco de Dados – Cadastro Reserva

Cargos de nível médio

Já para o cargo de Técnico do Ministério Público, que exige nível médio, foram abertas as seguintes vagas:

  • Técnico – Geral: 2 vagas + Cadastro Reserva
  • Técnico – Tecnologia da Informação: 1 vaga + Cadastro Reserva

As oportunidades abrangiam diferentes perfis de formação, com destaque para as áreas jurídicas, administrativas e de TI.

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Estrutura das provas

As provas objetivas do concurso MP AL 2018 seguiram um modelo unificado, contendo 80 questões de múltipla escolha, com cinco alternativas cada. A distribuição de disciplinas variava conforme o cargo escolhido.

Prova para Analista – todas as áreas (exceto jurídica)

A avaliação foi composta por:

  • Língua Portuguesa – 15 questões
  • Noções de Direito Administrativo e Constitucional – 10 questões
  • Legislação Específica – 5 questões
  • Conhecimentos Específicos – 50 questões

A predominância de itens voltados para a especialidade do cargo deixava claro que o candidato deveria ter sólida formação técnica na área escolhida.

Prova para Analista – área jurídica

Nesse caso, o conteúdo foi ainda mais detalhado, exigindo domínio sobre temas variados do Direito. As disciplinas cobradas foram:

  • Língua Portuguesa – 15 questões
  • Direito Administrativo – 10 questões
  • Direito Constitucional – 10 questões
  • Direito Civil e Processo Civil – 10 questões
  • Direito Penal e Processo Penal – 10 questões
  • Direito Tributário – 5 questões
  • Direito Ambiental – 5 questões
  • Direito do Consumidor – 5 questões
  • Direito Eleitoral – 5 questões
  • Legislação Específica – 5 questões

Esse perfil de prova mostrou-se interdisciplinar, exigindo leitura ampla da legislação aplicada ao Ministério Público.

Prova para Técnico – Geral

Os candidatos ao cargo técnico geral enfrentaram a seguinte estrutura:

  • Língua Portuguesa – 15 questões
  • Noções de Informática – 10 questões
  • Legislação Específica – 5 questões
  • Noções de Direito Administrativo e Constitucional – 25 questões
  • Noções de Administração Geral e Pública – 25 questões

Esse formato exigia preparação equilibrada, com foco tanto em conteúdos jurídicos como administrativos.

Prova para Técnico – Informática

Aqueles que optaram pela área de Tecnologia da Informação foram submetidos a uma prova com maior peso em disciplinas técnicas:

  • Noções de Informática – 40 questões
  • Língua Portuguesa – 15 questões
  • Raciocínio Lógico-Matemático – 10 questões
  • Noções de Administração Geral e Pública – 10 questões
  • Legislação Específica – 5 questões

Apesar do nome “noções”, a quantidade de perguntas técnicas indicava um nível de exigência mais aprofundado.

Considerações finais

Entender a estrutura do último edital ajuda a identificar pontos-chave e priorizar os estudos para obter um bom desempenho na nova seleção. O histórico de provas apresenta um panorama equilibrado entre conhecimentos gerais e específicos, com grande valorização das matérias técnicas nos postos de nível superior e detalhamento nas áreas jurídicas.

Diante disso, os candidatos devem estudar com base no perfil atualizado da banca atual (Fundação Carlos Chagas) e ficar atentos à divulgação dos conteúdos programáticos da nova seleção.

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